Ani Amor'
sexta-feira, 22 de junho de 2012
... sz
Demorei muito tempo pra perceber que te amar foi um erro.Pra perceber que meu destino não e ao seu lado.
Demorei muito tempo...
Pra ver que não havia como agente ficar junto...
Foi tempo demais...Foram noites que me perdi pensando em você...
Pensando em nos... Numa ilusão,num sonho que nunca tornara realidade ...
Agora tenho que aprender a viver sem você,aprender a deixar de te amar '-'
Por: Carol Freitas
sz'
Sem ao menos esperar você chegou e tomou conta do meu coração, não poderia o quanto iria te amar...
Você chegou de mansinho e com todo seu carrinho me fazendo delirar.Pena que chegou sem hora marcada ,e sem licença conseguiu me conquistar.Confundiu minha cabeça e meu coração.
Por:Carol Freitas
quinta-feira, 21 de junho de 2012
"-
"- Nossa, como ela tá linda!
- Ei cara, aquela ali é a minha namorada.
- É dela mesmo que eu tô falando. Ela tá linda demais. Mudou a cor e o corte de cabelo né, e está vestindo umas roupas mais curtas. Um mulherão. Gostei. Mas me parece que as manias são as mesmas. Reparei pelo o jeito de sorrir, olhe lá. Ela sorri e junto se destaca as suas covinhas. Sempre me amarrei no sorriso dela, mas ela tinha vergonha quando eu falava das covinhas. Ela nunca gostou. Quando ela está ansiosa, ela morde os lábios e começa a esfregar as mãos. Já notou? Ela soa demais. Aí é só você colocar pra tocar “Coldplay” que ela se tranquiliza. Não se esqueça que “Lost” é a preferida dela, viu? Ela sempre disse que acalma, e às vezes eu até pegava meu violão e tocava, ao invés de colocar o cd. Você sabe tocar violão, né? Se não souber, melhor aprender. Lembro bem que ela sempre dizia que ia casar com um tipo de cara assim. E quando ela está nervosa? Fácil demais perceber. Aquela enrugadinha na testa não esconde nada de ninguém. Brigadeiro, tá? Não tem nada melhor do que falar que vai fazer um brigadeiro para acompanhar de um filmezinho, que ela não se tranquiliza. E deixa ela falar. Deixa ela falar, gritar, xingar o quanto quiser. Aí quando ela der uma pausa para respirar, você a puxa para perto e diz que a ama olhando nos olhos. Ela nunca resiste, te garanto. Vez ou outra faça alguma piadinha, ou cóssegas para fazê-la rir. E sabe aqueles períodos que ela está de TPM? Então, é quando ela mais precisa de você, cara. Evita de falar com algumas garotas, e fique mais tempo com ela. Desmarca o futebol, a saída com os amigos, a festa da escola… TUDO. Apenas fique com ela. Não posso esquecer que ela pira num video-game. Nem parece, né? Mas “Mario Kart” sempre foi seu preferido. E deixe ela ganhar. Tudo bem que ela vai te zoar e enxer o seu saco pelo o resto do dia, mas aquela gargalhada dela de vitória é uma delícia. Dá vontade de gravar pra poder ouvir de novo, de novo e de novo. Se você a fizer chorar, recompense. Sei lá, mande bombons. Bombons de morango, de preferência. Ela se amarra. Ou então um buquê de flores. Não é qualquer flores, tem que ser tulipas. Chame para um jantar, ou um cineminha. Olha, meu caro, não fique mandando SMS e ligando o tempo todo não, porque ela não gosta. Ela sempre fala que irrita. Tá que ela irritada é uma gracinha. Ela faz um biquinho de brava que dá vontade de morder, eu sei. Mas olha só, uma hora ou outra dê uma ligadinha de madrugada, faça ela acordar e diz que a ama. É coisa boba, eu sei. Só que no outro dia ela sempre fica de bom humor. Eu gosto dela de bom humor. E de mau humor também. Gosto dela de todos os jeitos. Não esquece de nenhuma data comemorativa, nunca desmarque compromissos com ela, e ela é fã de “Nicholas Sparks”. Você não o conhece, né? É um escritor aí. São melosos os livros dele, tu vais ver. Até porque, ela vai te obrigar a ler ou assistir um de seus filmes. Então se lançar um livro novo, seja o primeiro a comprar. E se lançar um filme novo, leve-a para assistir. Assista ao filme quantas vezes ela quiser. Parece que ela nunca enjoa. Lembro que eu sempre dormia na parte preferida dela, e ela me acordava com uns tapas. O que foi? Não vai me dizer que você nunca assistiu “Um Amor Para Recordar”? Cara, de que mundo você é? E não se esqueç…
- Pera aí, mas do que é que você está falando? Eu nem te conheço cara. Quem é você?
- Sou apenas o ex namorado dela." Aiin que liindo '**
- Ei cara, aquela ali é a minha namorada.
- É dela mesmo que eu tô falando. Ela tá linda demais. Mudou a cor e o corte de cabelo né, e está vestindo umas roupas mais curtas. Um mulherão. Gostei. Mas me parece que as manias são as mesmas. Reparei pelo o jeito de sorrir, olhe lá. Ela sorri e junto se destaca as suas covinhas. Sempre me amarrei no sorriso dela, mas ela tinha vergonha quando eu falava das covinhas. Ela nunca gostou. Quando ela está ansiosa, ela morde os lábios e começa a esfregar as mãos. Já notou? Ela soa demais. Aí é só você colocar pra tocar “Coldplay” que ela se tranquiliza. Não se esqueça que “Lost” é a preferida dela, viu? Ela sempre disse que acalma, e às vezes eu até pegava meu violão e tocava, ao invés de colocar o cd. Você sabe tocar violão, né? Se não souber, melhor aprender. Lembro bem que ela sempre dizia que ia casar com um tipo de cara assim. E quando ela está nervosa? Fácil demais perceber. Aquela enrugadinha na testa não esconde nada de ninguém. Brigadeiro, tá? Não tem nada melhor do que falar que vai fazer um brigadeiro para acompanhar de um filmezinho, que ela não se tranquiliza. E deixa ela falar. Deixa ela falar, gritar, xingar o quanto quiser. Aí quando ela der uma pausa para respirar, você a puxa para perto e diz que a ama olhando nos olhos. Ela nunca resiste, te garanto. Vez ou outra faça alguma piadinha, ou cóssegas para fazê-la rir. E sabe aqueles períodos que ela está de TPM? Então, é quando ela mais precisa de você, cara. Evita de falar com algumas garotas, e fique mais tempo com ela. Desmarca o futebol, a saída com os amigos, a festa da escola… TUDO. Apenas fique com ela. Não posso esquecer que ela pira num video-game. Nem parece, né? Mas “Mario Kart” sempre foi seu preferido. E deixe ela ganhar. Tudo bem que ela vai te zoar e enxer o seu saco pelo o resto do dia, mas aquela gargalhada dela de vitória é uma delícia. Dá vontade de gravar pra poder ouvir de novo, de novo e de novo. Se você a fizer chorar, recompense. Sei lá, mande bombons. Bombons de morango, de preferência. Ela se amarra. Ou então um buquê de flores. Não é qualquer flores, tem que ser tulipas. Chame para um jantar, ou um cineminha. Olha, meu caro, não fique mandando SMS e ligando o tempo todo não, porque ela não gosta. Ela sempre fala que irrita. Tá que ela irritada é uma gracinha. Ela faz um biquinho de brava que dá vontade de morder, eu sei. Mas olha só, uma hora ou outra dê uma ligadinha de madrugada, faça ela acordar e diz que a ama. É coisa boba, eu sei. Só que no outro dia ela sempre fica de bom humor. Eu gosto dela de bom humor. E de mau humor também. Gosto dela de todos os jeitos. Não esquece de nenhuma data comemorativa, nunca desmarque compromissos com ela, e ela é fã de “Nicholas Sparks”. Você não o conhece, né? É um escritor aí. São melosos os livros dele, tu vais ver. Até porque, ela vai te obrigar a ler ou assistir um de seus filmes. Então se lançar um livro novo, seja o primeiro a comprar. E se lançar um filme novo, leve-a para assistir. Assista ao filme quantas vezes ela quiser. Parece que ela nunca enjoa. Lembro que eu sempre dormia na parte preferida dela, e ela me acordava com uns tapas. O que foi? Não vai me dizer que você nunca assistiu “Um Amor Para Recordar”? Cara, de que mundo você é? E não se esqueç…
- Pera aí, mas do que é que você está falando? Eu nem te conheço cara. Quem é você?
- Sou apenas o ex namorado dela." Aiin que liindo '**
Escrever '-'
Escrever pensamentos às vezes parece difícil mais e muito
mais fácil do que as pessoas pensão, e simples vai mais pelo humor da pessoa
pelo fato de que se ela estiver alegre vai escrever textos alegres se estiver
triste textos tristes, muitas vezes vai pelo fato da pessoa ter uma inspiração uma
coisa que a deixa por dentro de tudo que ela precisa saber para escrever...
Por: Carol Freitas
Acheii Boniitinho '-' { silêncio}
É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembranças de palavras. Se és morte, como te alcançar.
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
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